Ó só, meninas... Estamos eu e Lady Shady, aqui no AP dela na P.J./Copa, fazendo as pazes pela briga que tivemos hoje durante o dia nos comentários do post anterior. Eu abdiquei dos meus remeditos hoje e resolvi beber uns alcoólicos... Ela não abdicou de porra nenhuma, continua aqui...tomandos umas durante a noite porque, como já dizia Chico Buarque, "e a gente vai tomando que também sem a cachaça ninguém segura esse jorrão.." Estamos a tediversar sobre o amor, o sexo, a paixão e tal. Embora sejamos opostos, pensamos muito parecido em relação às questões mencionadas... Acreditamos ambas que o AMOR é um embuste. Embuste! É algo super valorizado (e foda-se se é com hífem ou sem hífem! Com essa reforma não sabemos mais de nada, embora estejamos fazendo o mesmo cursinho de "Português para Concursos". O VOLP que se foda!)
Estamos aqui divagando sobre o que é AMOR, o que é PAIXÃO, e o que pura e simplesmente é TESÃO. As coisas se confundem, achamos...(ainda mais depois de uma garrafa de vinho e doses de pinga que o antigo amante dela deixou sobrando na geladeira Consul).
Chegamos à conclusão (sei lá) que tudo isso, à priore, é muito parecido e pode ser facilmente confundido... Chegamos à conclusão tb que pouco importa pois o que importa é que algum deles deve habitar a alma pois sem nenhum... o que existe?
A conexão caiu fraaaaancamente e não lembramos mais do que escrevemos depois desse ponto porque a porcaria do blospot não salvou, hahahahahahaahaha!
Eu nunca tinha dado importância a isto até ouvir amigas comentando que fazer cocô e soltar pum na frente do namorado é altamente proibido. Que esse tipo de intimidade é o primeiro passo pro fracasso do relacionamento.
Parênteses: confesso que sou das que vão ao banheiro de porta aberta, sem cerimônia. Se o rapaz quiser entrar e tomar banho enquanto uso o vaso sanitário, ok, aproveitamos pra colocar a conversa em dia. Se ele não for adepto desse tipo de intimidade, respeito sua opção. Mas, pra mim, sinceramente, não vejo o menor problema.
Voltando à derrocada da relação, não sei se esse tipo de princípio é tão importante. Algumas amigas dizem que a mulher precisa manter certa aura de mistério, que o homem não precisa comprovar que ela faz cocô. Mais ainda, que não devemos comentar crises de dor de barriga ou problemas de gases com eles.
Não sei quanto a vocês, amigas leitoras, mas acho que tenho a fase anal muito bem resolvida, porque não ligo a mínima pra isso. Só me importo se o cheiro for insuportável. E posso afirmar que nunca tive queixas masculinas sobre a minha displicência.
Enfim... Se fosse assim tão fatal ir ao banheiro juntos, o que seria desta imagem registrada pelo fotógrafo Lissandro Garrido? [A propósito, reparem na bela oposição de masculino e feminino que a foto evoca.]
Pelamordedeus, meninas, quando a gente ama, essas coisas são tão pequenas... e tem mais: eu acho esse tipo de intimidade linda!
Valéria apareceu. Estava na hora certa, no dia certo, com a roupa certa e no lugar maravilhosamente errado: na minha frente, quando eu estava explodindo de tesão e acabado de levar um toco.
Ela trabalha no mesmo prédio que eu, e a gente nunca chegou a se esbarrar em algum projeto. Sempre olhei pra ela com olhos de quem acha o outro interessante, mas nunca levei a sério uma investida.
Mas não nesse dia, no ponto de ônibus. Eu tinha acabado de receber um torpedo desmarcando uma trepada dos deuses; o corpo ainda não tinha entendido que não visitaria o paraíso aquele dia e ficava mandando informações de excitação sexual por qualquer coisinha. Coisa de morder o lábio quando apertei o botão do elevador pra ir embora.
E Valéria estava lá, absoluta, com uma calça jeans surrada, camiseta branca com uma preta por cima. Uma mochila nas costas e a bolsa menor no ombro.
Não teve mais nem menos: Val rodou naquele dia mesmo. Passei-lhe um papinho de merda e consegui, em menos de 4 horas, completar o circuito Ponto de ônibus no Centro - chopp no Baixo Gávea - quartinho da Felícia aqui.
Desde então, Valéria reina absoluta no meu rol de telefones femininos.
Foi pra ela que eu liguei depois do último encontro e não foi menos bom. Nunca é menos bom.
Elas acontecem, mas eu continuo odiando, ainda assim - essa coisa de que a gente acostuma é balela, nunca acostuma com coisa ruim.
Por duas vezes na vida eu acho que amei mesmo.
A segunda vez foi outro dia. Semana essa que acabou de nos deixar.
Enquanto a visão do rosto dele era tremida devido aos meus movimentos por cima do seu corpo, eu pensava que queria ter um filho daquele homem. Alguns minutos depois, ao lado dele, com a cabeça recostada em seu ombro, vi um fio de cabelo meu, perdido na barriga dele. E pensei que aquele prédio poderia desabar em cima de mim e dele, pensei que poderia morrer soterrada ou atingida por uma bala perdida e pensei tudo isso porque estava muito feliz com aquele cara.
E eu tentava não relaxar a boca pra não soltar um 'eu te amo' e não acabar com a minha reputação e com as minhas crenças a respeito desse tal de amor.
[ AMOR: Cafona, brega, feio tipo rosas vermelhas com roupa de veludo e pinta debaixo do nariz. ]
Mas as senhoritas estão pensando o que?
Depois que acordei e me despedi, com os olhos da alma cheios d'água de ter de me separar daquele homem por sabe-se lá quantos dias, fui no ônibus navegando pela agenda telefônica do meu celular já catando a presa sexual do dia seguinte: e essa seria uma mulher.
Pensei que ia chamar a Valéria logo na próxima noite, mas fiquei com pena de ocupar o corpo com outro cheiro assim, tão logo depois de ter sido tomada por uma coisa tão forte como foi pra mim o último encontro (ARGH!).
É, isso mesmo, esse é o título da entrevista de um famoso psicanalista, em uma revistinha semanal. Saco! Fica a gente aqui querendo SE entender e vem o cara dando a maior moral para os homens. Assim não há ryvotril, nem massagem, nem festa, nem chope, nem prosecco, nem cigarro, nem o cacete que dê conta. Ele tem a solução para uma mulher deixar seu casamento feliz: é só deixar seu homem realizar TODAS as suas fantasias de super herói. Desde comprar a maior TV até as sexuais. Me recuso a continuar a ler esse absurdo!!! E olha que o cara é bonito, hein? É por isso. Se os feios já se acham, imagina os bonitos!?!? A mulherada no maior esforço pra se achar gostosa, mesmo com celulite, pra se achar poderosa, mesmo ganhando sempre menos do que eles, com um discurso na ponta da língua, pra dizer que está sozinha porque homem não suporrrrrta mulher independente, e vem um pseudo conhecedor da mente humana pra legitimar os pavões nossos de todos os dias. Assim é pra querer morrer de tanta derrota. Mulheres de todo o mundo: uni-vos!!! O comando lidera essa luta!!! Beijos amadas, lindas! Layla T.
Palavras machucam mais que porrada. Porque em porrada a gente bota curativo, remédio, o que for. Passado um tempo, tá cicatrizado e, às vezes, não sobra nem uma marquinha. Já as palavras ficam na nossa cabeça e, volta e meia, atormentam nossos pensamentos.
Por que palavras que ferem são tão difíceis de esquecer?
Aninha faz o tipo recatada, pudica. Quase careta. É amiga de faculdade da Nanda. A Nanda é minha... sobrinha. Diz a Nanda que, nos papos das meninas, a Aninha sempre assume uma postura judicante. Quando surgem aquelas histórias de “ficou com quem?”, “deu pra quem?”, “pra quantos?”, invariavelmente tece um comentário maldoso, quando não ofensivo: “Vocês são fáceis mesmo, depois reclamam”; “Deviam é se valorizar, isso sim”. Conheci a figura numa festa com o pessoal da faculdade, mas não conversamos muito. Achei que ela não tinha ido com a minha cara. Pois bem. No início da semana, recebi por e-mail umas fotografias com o título “Bobeou, tá na net”. Eram fotos, digamos, íntimas, de umas cinco ou seis meninas com três rapazes. Foi a Nanda que mandou, ela sabe que gosto (sim, eu curto material erótico...). As fotos eram realmente boas, flagrantes capturados com os detalhes e a invasão de privacidade próprios das câmeras digitais. Qual não foi a minha surpresa quando, entre as danadas, reconheço... a Aninha! Rá! A Aninha ali, brincando de pega-pega! No momento exato em que eu via as fotos, a Nanda liga pro celular. ‘E aí, viu as fotos que te mandei?’ ‘Tô vendo agora.’ ‘Caraca, não entendi nada... geral da faculdade já viu... pô, logo a Aninha... maior cachorra!’ ‘É...’ ‘Pô, Djanira, você não diz nada?’ Agora, analisando a situação com certo distanciamento, acho que a Nanda queria que eu falasse alguma coisa que condenasse a Aninha, e eu não disse. Afinal, se o fizesse, estaria na mesma posição judicante que própria Aninha tantas vezes adotou – e que a Nanda tanto criticava. Em vez disso, entre fascinada e incauta, respondi à pergunta da Nanda da seguinte forma, depois de uns poucos segundos em silêncio: “É, e eu não dei nada pela Aninha naquele dia, na festa...”. A Nanda desligou o telefone na minha cara. Há três dias não atende às minhas chamadas. Vai entender...
Recebi e-mail de uma menina que leu o blog e achou por bem me contar a sua história. Ela namora há 6 anos e o cara arrepia e muda de assunto quando ela quer falar sobre o futuro dos dois - constituir família, procurar apartamento etcétera e tal.
Achei boa essa idéia, mexeu com meu ego. Espero que as amigas aqui também entrem nessa onda.
Transcrevo aqui o e-mail da moça. Nomes trocados, como toda coluna de conselhos amorosos.
"Oi, meninas. Tudo bem? Li o blog de vcs e achei bom ver essas opiniões todas juntas e resolvi compartilhar um pouco do meu problema com vcs. Conheci o Carlinhos e no dia seguinte, já viramos namorados. Estamos juntos há 6 anos e eu estou com 29 e ele, 31.
Acho que já estamos num momento da relação que pede uma mudança de estágio, entendem? Eu estou falando de casar - não necessariamente na igreja -, juntar nossos móveis, parar de tomar a pílula, essas coisas legais que casais fazem.
Carlinhos foge sempre que eu falo nisso, pergunto como vai ser, essas coisas. Um dia, ele perguntou: "Manu, por que você quer casar? Pra que estragar uma relação que tá tão boa?" - Fiquei passada quando ele usou o termo estragar, ligando-o ao que seria a celebração da nossa união. Acho que ele não gosta de mim, ou está com outra, que quer terminar comigo e tá sem coragem.
O que vocês acham?
Bjus, Manu"
Então, Manu, em primeiro lugar eu lhe digo que encontraste o homem certo! Carlinhos é do bem, nitidamente: é amor de verdade e o estrago no casamento é inevitável, pois o ser humano é muito mais amistoso no seu estado solteiro. Acredite, você também é assim e, depois de casada, se perguntará onde foi parar aquela namorada bacana que era.
Digo que ele é o homem certo, pois sempre desconfio desses apaixonados viciados em conhecer família, comemorar aniversário de namoro, essas coisas que chamam casamento. O cara certo, querida, não quer casar. Mesmo. O cara certo até casa, mas querer, ele não quer. E lá na frente, você verá que eu não estou cuspindo verdades aleatórias, confie em mim. Ele te ama, quer coisa melhor do que ser uma eterna namorada? O homem não foi feito para casar. Essa história de amor, de até que a morte os separe, toda essa parafernalha que a gente ouviu desde criancinha é mentira, não tem fundamento na realidade.
Ninguém é de ninguém - eis o caminho da verdade.
Eu sei que você continuará insistindo e vai acabar até conseguindo o que quer, engravidando, persuadindo, chantageando, ou até mesmo o Carlinhos resolve ceder. Eles cedem, a gente insiste, tenta, teima. E lá na frente, reclama, chora, tenta entender.
Espero que você lembre que precisou enviar um e-mail para pessoas desconhecidas, tamanha é a sua angústia hoje. As de 20 anos de casada são bem piores, pode anotar.
Somos moças de estilo, mulheres do comando. Mostramos isso no nosso dia-a-dia, quando falamos, quando saímos, quando brigamos, quando escolhemos nossas músicas e filmes preferidos.
Na hora de se vestir, não podia ser diferente. Precisamos mostrar ao mundo ao que viemos.
E nossos pés não podem deixar de carregar nossa identidade forte. Afinal de contas, é com eles que pisamos nesse chão, traçando nossos caminhos tão individuais e tão comuns, ao mesmo tempo, que fazem com que milhares de mulheres queiram nos seguir.
ela quer viver sozinhasem a sua companhia e você ainda quer essa mulher ela goza com o sabonete não precisa de você ela goza com a mão não precisa do seu pau ela quer viver sozinha sem a sua companhia e você ainda quer essa mulher que não sente a sua falta e quando você chega em casa ela não sente a sua presença ela tem um travesseiro mais macio do que o seu braço e um acolchoado muito mais quente que o seu abraço ela quer viver sozinha sem a sua companhia e você ainda quer essa mulher
Vivemos no país da impunidade, isso é fato. Centenas de pessoas, a cada minuto, têm seus pertences e, no pior dos casos, seus entes queridos, arrancados, usurpados de si, do mundo. E quem teve a graça de até hoje não ter passado por algo assim deve se considerar um sortudo dos bons ou até mesmo uma espécie de ET.
Na maioria das vezes os causadores de tantos males permanecem aí, soltos, impunes. A Lei dos Homens, criada para proteger, fazer 'Justiça', a cada dia anda literalmente mais cega, o que nos faz pensar que a madame carregando a balança na mão não passa de uma grandessíssima cínica, sonsa ou absoluta incompetente.
Agora vc imagina que se para crimes graves desse tipo, grande parte das vezes não há reparo ou punição adequada, quanto mais aos delitos 'não visíveis', inexistentes no Código Penal, os quais nós mulheres por vezes sofremos! Crimes estes habituais, ainda que não convencionais, cometidos por criaturas a quem nos entregamos e confiamos, com quem compartilhamos sonhos, vivemos como parceiras fiéis, dividimos nosso prato e nossa cama, demos colo e apoio (e dinheiro inclusive), sempre ali ao lado, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...até que um belo dia, às vezes no susto mesmo, sem pistas ou anúncio, o meliante (até então fantasiado de homem-decente-companheiro-de-vida) se desmascara e nos arranca (tenta arrancar) tudo que temos, desde nossa dignidade e auto-estima até metade do nosso apartamento. Para isso então é que parece não haver mesmo a dita cuja da Justiça!
E saem por aí os cretinos, caminhando pelo mundo, impunemente, de espírito leve, coração e braguilha abertos, estampando felicidade e novas mulheres nos orkuts da vida(pobres delas, futuras vítimas tb, pois não sabem o que as espera) enquanto ficamos aqui, como besouros cegos cambaleantes em terreno inóspito e desconhecido...morcegos fêmeas, abatidas por moleques que sacodem varas de bambu na escuridão, nos atraindo e então nos golpeando a cara. E passamos dias sempre nublados e noites não dormidas, amargando a injustiça, tentando engolir o choro e o 'sapo-boi' que não desce...na casa dos nossos pais ou de algum amigo...ou então na própria casa, posta à venda, desfalcada de móveis e afeto...assistindo a poeira juntar nos cantos...a samambaia retrô da janela a definhar perdendo as folhas que se acumulam no chão (e num breve delírio poético imaginar que nada mudou e é apenas outono na sala )... Mulheres nós, antes apaixonadas, agora perdidas em meio a um limbo, entre dois mundos, um para o qual não conseguimos voltar e outro para onde não sabemos como ir, como Karol Anne (a pequena "Carolaine" de Poltergeist), que foi abduzida, sugada para dentro do armário do quarto certa noite e depois ficou lá ninguém sabe onde, sem entender porra nenhuma, ouvindo ora um povo gritar alucinadamente pra ela ir para a luz, ora pra se afastar da merda da luz! E a garota lá, perdidinha!!!
E não me venham falando que esses abusos absurdos não são provocados só por homens não e tal e blá, blá, blá! Existe mulher safada sim, mas juntem aí a quantidade de historinhas desse tipo que vcs já ouviram ou testemunharam e me digam se em 98% delas não foi a mulher quem se estrepou lindamente! Sorry, mas na grande maioria das vezes o agente causador de todo mau e dano é um bastardo do sexo masculino, sem honra nem consideração, sim!
Eu sugiro então um retrocesso. Na Idade Média, aos criminosos que não era cabida a pena de morte ou àqueles acusados de delitos morais ou falha de caráter, reservava-se outra forma de punição, um modo a fazer com que estes indivíduos não saíssem ilesos e nunca se esquecessem de seu pecado. Eram marcados a ferro quente no ombro com símbolos reconhecíveis pela comunidade, forma também de avisar as pessoas da espécie de gente que se tratavam.
Façamos isso daqui por diante, mulheres! A próxima vez que detectarmos um canalha, este haverá de ser marcado a ferro (na cama durante o sono é uma excelente oportunidade), de forma a alertar as outras de sua condição de pulha escroto e enganador!
Assim poderemos seguir adiante com mais dignidade! E talvez não perder a fé...nem deixar calar "A Pergunta" que, por mais que se tenha o coração partido e a paixão destroçada, continua a ecoar dentro do peito e da cabeça, ainda que não se queira...
Deixo Cat Power verbalizá-la através de sua meiga e bela voz...
Where is my love Where is my love Horses galloping Bring him to me
Where is my love Where is my love Horses running free Carrying you and me
Where is my love Where is my love Safe and warm So close to me In my arms Finally
There is my love There is my love Horses galloping Bring him in to me
Layla escreveu aqui sobre o tocobina, que é quando a pessoa olha o celular, vê quem é e não atende. Disse que isso é muita rejeição.
Será mesmo essa a única possibilidade para uma ligação não atendida? Gente, por favor, a pessoa do outro lado pode estar longe do aparelho, ou ter deixado o treco em algum lugar que não é onde ela está, pode estar ocupada, em outra ligação, tomando banho, qualquer coisa. Pode simplesmente não ter ouvido o celular tocar ou vibrar. Por que encarar logo como uma forma de rejeição?
Vamos deixar de achar que tudo que o outro faz tem um objetivo específico de nos atingir de alguma forma? Esse posicionamento é autocentrado demais, mocinhas, chega a ser egocêntrico!
Helloooooo, meninas! Chega de mania de perseguição!
Homem não sabe tratar mulher. Ponto. É triste, mas é assim. Homem não entende nossas necessidades, nossas carências, nossos desejos. O resultado: mulheres frustradas por causa dessas manifestações, não de desafeto ou recusa, mas de incompreensão. Essas histórias de ‘toco’, ‘tocobina’ nada mais são do que exemplos claríssimos do que digo. Por outro lado, não se pode negar que existe mulher pegajosa, grudenta, que telefona trinta vezes por dia e quer ser bem tratada em cada ligação. Sei o que é isso, e dou razão aos carinhas que não atendem aos reiterados – e geralmente enfadonhos – telefonemas de mulher-chiclete. Sem falar na mulher-cerca, aquela que fica te rodeando em todo lugar. Parece que te segue e fica à espreita do momento (sempre importuno) de te abordar. Isso é péssimo, péssimo, acreditem. Nunca façam isso, se não quiserem ser rejeitadas. Ademais, não se deve esquecer, é claro, uma razão singela que muitas vezes explica a repulsa e o desprezo do homem pela mulher: ele simplesmente não gosta dela. É triste, mas é assim. A propósito, recomendo um livro que pode esclarecer muitas questões em torno desse assunto. Trata-se de Ele simplesmente não está a fim de você – entenda os homens sem desculpa, best-seller de Greg Behrendt & Liz Tuccillo (vejam a capa ilustrando este post). Deixo essa indicação porque sei que algumas coleguinhas são chegadas em literatura. Aliás, como certamente nossas leitoras também gostam de bons livros, sempre que possível postarei algumas dicas de leitura, aconselhando títulos que, de alguma forma, fizeram de mim uma mulher melhor. Um beijo no coração.
Ai gente, tão ruim quanto toco é levar tocobina. O sujeito olha o celular, vê seu número e não te atende. É muita rejeição, né não? Assim fica difícil manter a máxima...