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domingo, 24 de janeiro de 2010

Choque de ordem

Fim de semana é dia de as comandantes se reunirem na praia para uma social. Social, sim, porque não somos adeptas de atividades físicas na orla. Apenas a Comandante Cinira anda se aventurando na patinação. As demais estão devidamente matriculadas em academias com ar geladinho.

Ontem, sabadão de sol, o Comando estava bem representado em Ipanema. Até nossos amigos do Falo Explícito, Aureliano e Elme, passaram por lá, vestidos de cor-de-rosa em nossa homenagem. Obrigada, queridos!

Nessas ocasiões, deliberamos sobre diversos assuntos. O cenário e os frequentadores daquele pequeno trecho de praia ao redor da barraca do Miro nos oferecem os temas. E ontem, em tempo de São Paulo Fashion Week e diante dos trajes de banho de dois rapazes do grupo ao lado, o assunto não podia ser outro: moda. Em questão, a sunga branca.

Consenso: não, não pode! Sunga branca é uó. Só é aceitável em deuses gregos. No mais, é um acinte, um verdadeiro horror para os nossos olhos.

Que a sunga branca junte-se ao altinho, ao frescobol, ao rol de itens proibidos pelo choque de ordem do nosso prefeito!

Para ilustrar este post, além da mala escancarada da subcelebridade global, não podíamos dispensar o maior ícone da sunga branca: o inesquecível Marcelo Silva, ex-marido de Susaninha, homem tão fiel ao estilo, que morreu vestindo essa peça.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Feliz ano novo!

Pra brindar a chegada do ano novo, o Comando Rosa coloca pra tocar o belíssimo samba-enredo de 1982 da União da Ilha.

Que tenhamos 365 dias da alegria. Alegria compartilhada!

As comandantes desejam a todos um ótimo 2010!



É hoje
Didi e Maestrinho

A minha alegria atravessou o mar
E ancorou na passarela
Fez um desembarque fascinante
No maior show da terra
Será que eu serei o dono dessa festa
Um rei
No meio de uma gente tão modesta
Eu vim descendo a serra
Cheio de euforia para desfilar
O mundo inteiro espera
Hoje é dia do riso chorar
Levei o meu samba pra mãe de santo rezar
Contra o mal olhado eu carrego meu patuá
Eu levei!
Acredito
Acredito ser o mais valente, nessa luta do rochedo com o mar
E com o ar!
É hoje o dia da alegria
E a tristeza, nem pode pensar em chegar
Diga espelho meu!
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu
Diga espelho meu
Se há na avenida alguém mais feliz que eu

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Quando tudo se transformou em não

Tristeza, mau humor, tpm, o nome é o que menos interessa. Dias intragáveis, difíceis, cansativos.

Trânsito, chefe, prazo, gato, grana, náite, tudo errado, mas encaro esquivas e negativas silenciosamente. Minha atividade é observar quieta o medo que paralisa o outro, que o impede de seguir adiante. Nenhum passo a frente, alguns para trás. Se não estou autorizada, não prossigo, sou educada. Recuo sem revide nem revanche, sem xingamento nem barraco. Engulo e engasgo, tudo fica retido no esôfago. Não há manobra capaz de liberar a passagem do ar. Vermelha, roxa, cinza. Muda.

Muda, muda.

Escuridão completa. Fecha o pano.

Saio de cena. Fim do primeiro ato.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Customize-se!

Nesta onda de criar sua própria moda, vejam o que fez uma leitora do Comando...

Ela transformou um ícone do vestuário masculino, um símbolo de masculinidade, numa peça de roupa feminina. E vejam que inusitado: ao transpor o item do guarda-roupa do homem pro da mulher, o que antes protegia um pênis passa a cobrir peitos!

Imagina, você está na casa do namorado e pensa em ir direto pra academia, dar uma corridinha, qualquer coisa assim. Está com a mochila arrumada e tudo o mais. Antes de sair, dá aquela conferida na bolsa, pra ver se está tudo lá. Opa, cadê o top? Esqueceu? Vai deixar de malhar por causa disso? --ni--não. Você tem o armário do gato, mais especificamente a gaveta de cuecas. Escolha uma que não esteja detonada demais e, com uma tesoura, customize-a, transforme-a. Mas atenção! Você só deve cortar o fundo, tomando cuidado pra não estragar os elásticos que farão as vezes de alças. E lembre-se de que o formato do recorte vai depender do tipo de decote que você desejar.

Top-cueca. Brilhante! Desde A Fonte de Duchamp não vejo nada tão excepcional.

sábado, 17 de outubro de 2009

Longe do cu do mundo

Eu tive um grande amor. Vivemos felizes por longos anos, compartilhamos certezas, desejos, sonhos, ambições. Acreditava na velhice junto a ele; ele, o meu sapato velho; a senilidade incapaz de nos separar. Nada poderia nos afastar.

Mas, caso do acaso, ele se apaixonou por outra. Conheceu uma moça ótima, aproximou-se dela, criou outras identificações e sintonias, e começou a me desamar. Eu, o ex-amor. Mas acontece, eu sei, é a vida, e é bonita. Todos somos passíveis de viver um novo amor, talvez melhor que o anterior, mais pleno. Eu, você, qualquer um. Não adianta tentar blindar o coração. Quando a paixão chega, não há como resistir ao seu ataque. É arrebatador, você não consegue se proteger: o amor, quando acontece, a gente esquece logo que sofreu um dia e se entrega. Todos os mecanismos de autopreservação são desativados.

Nessa história, eu sobrei e levei um solene pé na bunda. Não foi fácil, chorei, me despedacei. Quase enloqueci, quis argumentar, pedi a ele para ficar, mas depois, como era de costume, obedeci. Fui embora com meus sonhos destroçados.

Mas, sabe, até um pé na bunda faz você andar para frente. E agora estou refeita. Renata, renascida, está no meu nome, essa sou eu. Uma mulher que não tem vocação para tristeza, que reconhece a queda e não desanima.

E há pouco o noticiário televisivo confirmou: eu não poderia estar em lugar e momento melhor. A casa em que ia viver com meu ex está no meio de fogo cruzado. A guerra urbana dispara balas perdidas no quintal que seria meu, mas hoje é da minha sucessora.

Eu escapei do cu do mundo.



O cu do mundo
Caetano Veloso

O furto, o estupro, o rapto pútrido
O fétido seqüestro
O adjetivo esdrúxulo em U
Onde o cujo faz a curva
(O cu do mundo, esse nosso sítio)
O crime estúpido, o criminoso só
Substantivo, comum
O fruto espúrio reluz
À subsombra desumana dos linchadores

A mais triste nação
Na época mais podre
Compõe-se de possíveis
Grupos de linchadores

sábado, 10 de outubro de 2009

A nossa canção

Andamos por aí. Encontros imprevistos, caminhos atravessados, rotas paralelas. Sabores muito parecidos e outros muito diferentes. Gostos que nos aproximam e nos afastam. Tantas coisas que nos distinguem e, por isso, despertam o interesse de um pelo outro. Ainda não sei muito dele, nem ele muito de mim. Há terrenos preservados, e há espaços que não quero invadir. Há lugares que ele prefere não conhecer. Sabemos do outro o suficiente pra gostar. E pra querer estar junto do jeito que dá pra ser. Mas, muitas vezes, não dá pra ser. E, nos dias de chuva, em que a água lava a janela e as lágrimas, o meu rosto, sinto falta do abraço dele. Sou acolhida então pela melodia da canção romântica que outro dia embalou nosso beijo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Comandantes sem Photoshop

Nós aqui do Comando aderimos ao movimento Mulher sem Photoshop. Há as comandantes que malham, as que usam creminhos, as que fazem dieta... mas a gente só usa Photoshop pra ajeitar o enquadramento, corrigir as cores, melhorar o brilho ou o contraste, e tirar os olhos vermelhos. Admiramos a beleza feminina como ela é, sem retoques.

Intervenção no nosso layout? Só cirúrgica.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

renata.mdc.com.br

É, o namoro não vai bem. Desde o fatídico telefonema na madrugada, meu namorado esquisitou. E quer saber, por mais que o adore, não tenho muita paciência. Já expliquei, conversei honestamente, mas ele teima em desconfiar de mim. Agora estou quieta.

Aí, vocês sabem como é a vida... as coisas acontecem. Coincidências, alguém há de dizer. Numa noite de quinta-feira, depois de uma discussão brabíssima com meu gatinho, uma amiga chamou para um showzinho num pub em Copa. Eu, que tava amuada, resolvi acompanhá-la pra me distrair, espairecer, esquecer tudo o que ele disse e me magoou.

Estava lá curtindo o show na minha, na boa. Minha amiga tava sendo paquerada por um carinha, tava na iminência de beijá-lo. Eu tava dançando, bebendo minha long neck, quando o tal sujeito do meu último post – o que ligou às duas da matina – passa por mim. Ele sorri e eu retribuo. Me cumprimenta levantando a sobrancelha. Num ímpeto, furo a multidão para me aproximar dele: ei, vem cá! Pronto, dei a senha pra ele se aproximar. Beijo no rosto com mão na cintura, você continua linda. Nem 30 segundos pro primeiro beijo na boca. Nem 30 minutos pra seguirmos pro motel mais próximo. Ai... Suspiros...

Ele se despediu querendo saber quais meus planos para ele. Não tenho planos, quero recuperar minha relação agora desgastada. Estou confusa, gostei da noite, gostei de rever o cara, na verdade, gostei de muito mais que isso (vocês sabem!), mas amo meu namorado.

Amigas leitoras, preciso de ajuda: o que eu faço? Não sei mentir, estou mal com esse segredo. Não pretendo contar pro meu namorado, mas como me livrar da culpa pelo que fiz? E o gatinho com quem transei? Ele tem me ligado, mas eu não sei o que fazer. Por favor, quem já tiver passado por situação semelhante ou tiver qualquer ideia que possa me ajudar escreva.

Estou realmente muito mal de cabeça. Preciso tirar esse sentimento de mim. E voltar às boas com meu amorzinho. Ou vocês acham que pode haver outro caminho? Será? Será que dou uma chance pro outro gostoso, opa!, quer dizer, cara?

Tô muito confusa... muito... muito... (Pra quem eu telefono agora?)

quarta-feira, 15 de julho de 2009

I just call...

Como vocês sabem, estou namorando e apaixonada. Mas passei por uma saia justa esses dias. Madrugada de sábado pra domingo, estava dormindo agarradinha com meu amorzinho, quando toca o celular. Atendi logo, achando que poderia ser uma emergência, alguém passando mal, sei lá. No entanto, era um carinha com quem eu tinha saído. Há exatamente dez meses, eu conheci esse cara. Saímos duas vezes e ele sumiu. Depois da primeira ligação não atendida nem retornada, eu deletei o número dele da minha agenda e o deixei pra lá. Agora, sem mais nem menos, ele enche a cara num sábado à noite e resolve me ligar? Francamente!!! Fiquei na maior situação com o meu namorado, que desconfiou da minha explicação. Falei a verdade, exatamente o que conto aqui pra vocês, mas ele argumentou que ninguém telefona pra ninguém as duas da matina sem ter abertura pra isso. Enfim... foi chato pra caramba.

Agora, meu namorado está esquisito comigo e eu começo a me preocupar com isso. O outro sujeito continua a ligar mesmo eu tendo avisado que estou em outra. Gente, o que eu faço? Como resolvo essa situação e volto às boas com meu gatinho?

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Parati | Flip 2009

Por onde as comandantes andaram nas férias...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Férias do Comando

Caríssimos leitores,

O Comando Rosa está saindo de férias por uma semana. Aprontamos nossas malas cor-de-rosa e amanhã seguiremos pra Parati.

Não cuidamos apenas do corpinho, somos mulheres com cabeça, seres pensantes e intelectualizados. Vamos pra FLIP, ficar imersas em literatura e aguardente local. E, se tudo der certo, esbarraremos com o Chico Buarque naquela pontezinha estreita.

O plantão do blogue ficará sob a responsabilidade da Comandante Layla. Qualquer coisa, entrem em contato com ela.

Beijos e até segunda-feira que vem.

Boa semana pra todos!

sábado, 20 de junho de 2009

Eu estou apaixonada!

Pois é, estou apaixonada e sou correspondida.

Há duas semanas reencontrei um carinha por quem fui apaixonada a um tempo atrás. Naquela época, eu dei em cima dele, mostrei abertamente que estava a fim, mas ele não me deu a menor bola e eu fiquei um tanto desapontada e frustrada. Mas nos tornamos amigos. Perdemos o contato por uns anos (acho que dois anos mais ou menos) e há duas semanas nos revimos no Baixo Gávea. Eu estava com uma turma grande numa mesa do Braseiro e ele estava tomando chope na calçada com dois amigos. Assim que eu o vi, aquele sentimento antigo reacendeu. Ele estava lindo como antes, apenas com uns fios brancos começando a aparecer entre os cabelos escuros. Mais charmoso impossível. Quando percebi que ele ia entrar no restaurante para ir ao banheiro, levantei-me. Simulando estar distraída, aproximei-me dele. Quando ele me viu, abriu um sorriso largo e me cumprimentou com um abraço e dois beijinhos. Derreti. Trocamos algumas palavras sobre o que fizemos nos últimos tempos e confirmamos os números de telefones. Ele disse que me ligaria pra marcar um chope, pra gente colocar a conversa em dia. Telefonou no dia seguinte. Saímos e desde então estamos juntos. Estou muito feliz e semana que vem pretendo fazer uma homenagem a ele. Devemos ir ao karaokê e quero cantar pra ele uma música que eu adoro. Coloco aqui a letra da canção e peço que as amigas comandantes a decorem pra fazer coro comigo. Espero que ele goste. Torçam por mim!


Seguindo no trem azul
Roupa Nova

Confessar
Sem medo de mentir
Que em você
Encontrei inspiração
Para escrever...

Você é pessoa que nem eu
Que sente amor
Mas não sabe muito bem
Como vai dizer...

Te dou o meu coração
Queria dar o mundo
Luar do meu sertão
Seguindo no trem azul...

Toda vez que for assoviar
A cor do trem
É da cor que alguém fizer
E você sonhar...

Não faz mal
Não ser compositor
Se o amor valeu
Eu empresto um verso meu
Prá você dizer...

Só me dará prazer
Se viajar contigo
Até nascer o sol
Seguindo no trem azul...

Te dou o meu coração
Queria dar o mundo
Luar do meu sertão
Seguindo no trem azul...

Vai lembrar
De um cara como eu
Que sente amor
Mas não sabe muito bem
Como vai dizer...

Só me dará prazer
Se viajar contigo
Até nascer o sol
Seguindo no trem azul
Uh! Uh! Uh!...

Te dou o meu coração
Queria dar o mundo
Luar do meu sertão
Seguindo no trem azul
Seguindo no trem azul...


quarta-feira, 3 de junho de 2009

Cocompartilhado

Eu nunca tinha dado importância a isto até ouvir amigas comentando que fazer cocô e soltar pum na frente do namorado é altamente proibido. Que esse tipo de intimidade é o primeiro passo pro fracasso do relacionamento.

Parênteses: confesso que sou das que vão ao banheiro de porta aberta, sem cerimônia. Se o rapaz quiser entrar e tomar banho enquanto uso o vaso sanitário, ok, aproveitamos pra colocar a conversa em dia. Se ele não for adepto desse tipo de intimidade, respeito sua opção. Mas, pra mim, sinceramente, não vejo o menor problema.

Voltando à derrocada da relação, não sei se esse tipo de princípio é tão importante. Algumas amigas dizem que a mulher precisa manter certa aura de mistério, que o homem não precisa comprovar que ela faz cocô. Mais ainda, que não devemos comentar crises de dor de barriga ou problemas de gases com eles.

Não sei quanto a vocês, amigas leitoras, mas acho que tenho a fase anal muito bem resolvida, porque não ligo a mínima pra isso. Só me importo se o cheiro for insuportável. E posso afirmar que nunca tive queixas masculinas sobre a minha displicência.

Enfim... Se fosse assim tão fatal ir ao banheiro juntos, o que seria desta imagem registrada pelo fotógrafo Lissandro Garrido? [A propósito, reparem na bela oposição de masculino e feminino que a foto evoca.]

Pelamordedeus, meninas, quando a gente ama, essas coisas são tão pequenas... e tem mais: eu acho esse tipo de intimidade linda!

sábado, 30 de maio de 2009

Porrada

Palavras machucam mais que porrada. Porque em porrada a gente bota curativo, remédio, o que for. Passado um tempo, tá cicatrizado e, às vezes, não sobra nem uma marquinha. Já as palavras ficam na nossa cabeça e, volta e meia, atormentam nossos pensamentos.

Por que palavras que ferem são tão difíceis de esquecer?

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Tocobina

Layla escreveu aqui sobre o tocobina, que é quando a pessoa olha o celular, vê quem é e não atende. Disse que isso é muita rejeição.

Será mesmo essa a única possibilidade para uma ligação não atendida? Gente, por favor, a pessoa do outro lado pode estar longe do aparelho, ou ter deixado o treco em algum lugar que não é onde ela está, pode estar ocupada, em outra ligação, tomando banho, qualquer coisa. Pode simplesmente não ter ouvido o celular tocar ou vibrar. Por que encarar logo como uma forma de rejeição?

Vamos deixar de achar que tudo que o outro faz tem um objetivo específico de nos atingir de alguma forma? Esse posicionamento é autocentrado demais, mocinhas, chega a ser egocêntrico!

Helloooooo, meninas! Chega de mania de perseguição!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Toco

Acho que todo mundo um dia na vida já levou um toco. Se não levou ainda, qualquer hora dessas vai levar. Eu, por exemplo, num intervalo de quinze dias, levei dois. De dois homens diferentes, é claro, que não sou de dar murro em ponta de faca.

O primeiro tava semi-engatilhado, a paquera tava rolando na ferramenta de bate-papo durante a semana. Quando chegou o sábado e eu o encontrei na naite, resolvi partir pra cima, na certeza de que rolaria. Começamos o papo muito bem até que o sujeito surtou. Não ficamos. Não rolou. Não entendi a recusa. Fiquei passada. Mas tudo bem. Ninguém é obrigado a querer ficar com a gente.

O segundo é um fofo, um gostoso, que eu conheço desde que éramos pirralhos. Nos encontramos por acaso num show. Ele me elogiou, me abraçou e eu tentei uma abordagem diferente, tentei pegar a criatura. Ele me olhou com a sobrancelha levantada e eu entendi o recado. Recuei, né? Que jeito. Uma pena. Além do gatinho, perdi a oportunidade de fazer uso recreativo da substância ilícita que vez por outra ele carrega. Enfim...

É duro levar fora, mas a gente aprende a lidar com a coisa. A minha estratégia pra não ficar com a autoestima no chinelo é ligar pra um ex que ainda tem uma queda por mim. Querida, quando isso acontecer com você, não hesite: ligue pra um cara que você sabe que vai encher a sua bola! Recorra àquela cadernetinha de telefones surrada se for o caso, mas vale qualquer coisa pra levantar o seu moral. Mesmo o nerd da escola que tentava te beijar à força pode ser de grande ajuda num momento desses.

E nada de ficar em casa se lamentando. Acredite em você mesma e... NEEEEEEEEEEEEEXT!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Papo calcinha

Somos cinco amigas dispostas a falar sobre assuntos ditos femininos: do namoro à cor da calcinha no primeiro encontro, do estresse no trabalho ao sexo na sala de reunião, das novas tendências na moda ao modelito escrotérrimo da celebridade... “Ditos” porque todas sabemos que esses assuntos povoam as rodinhas masculinas também. Eles se fazem de blasés, mas muitos deles gostam tanto desses papinhos quanto nós. Mas como homem adora dar uma de macho, fingem que não falam nada. Ok, não vem ao caso agora. Tenho certeza que falaremos muito dos homens. E das relações afetivas, que, com certeza, serão um tema aqui recorrente.

Sejam todas muito bem-vindas ao Comando Rosa!