É, isso mesmo, esse é o título da entrevista de um famoso psicanalista, em uma revistinha semanal. Saco! Fica a gente aqui querendo SE entender e vem o cara dando a maior moral para os homens. Assim não há ryvotril, nem massagem, nem festa, nem chope, nem prosecco, nem cigarro, nem o cacete que dê conta. Ele tem a solução para uma mulher deixar seu casamento feliz: é só deixar seu homem realizar TODAS as suas fantasias de super herói. Desde comprar a maior TV até as sexuais. Me recuso a continuar a ler esse absurdo!!! E olha que o cara é bonito, hein? É por isso. Se os feios já se acham, imagina os bonitos!?!? A mulherada no maior esforço pra se achar gostosa, mesmo com celulite, pra se achar poderosa, mesmo ganhando sempre menos do que eles, com um discurso na ponta da língua, pra dizer que está sozinha porque homem não suporrrrrta mulher independente, e vem um pseudo conhecedor da mente humana pra legitimar os pavões nossos de todos os dias. Assim é pra querer morrer de tanta derrota. Mulheres de todo o mundo: uni-vos!!! O comando lidera essa luta!!! Beijos amadas, lindas! Layla T.
Palavras machucam mais que porrada. Porque em porrada a gente bota curativo, remédio, o que for. Passado um tempo, tá cicatrizado e, às vezes, não sobra nem uma marquinha. Já as palavras ficam na nossa cabeça e, volta e meia, atormentam nossos pensamentos.
Por que palavras que ferem são tão difíceis de esquecer?
Aninha faz o tipo recatada, pudica. Quase careta. É amiga de faculdade da Nanda. A Nanda é minha... sobrinha. Diz a Nanda que, nos papos das meninas, a Aninha sempre assume uma postura judicante. Quando surgem aquelas histórias de “ficou com quem?”, “deu pra quem?”, “pra quantos?”, invariavelmente tece um comentário maldoso, quando não ofensivo: “Vocês são fáceis mesmo, depois reclamam”; “Deviam é se valorizar, isso sim”. Conheci a figura numa festa com o pessoal da faculdade, mas não conversamos muito. Achei que ela não tinha ido com a minha cara. Pois bem. No início da semana, recebi por e-mail umas fotografias com o título “Bobeou, tá na net”. Eram fotos, digamos, íntimas, de umas cinco ou seis meninas com três rapazes. Foi a Nanda que mandou, ela sabe que gosto (sim, eu curto material erótico...). As fotos eram realmente boas, flagrantes capturados com os detalhes e a invasão de privacidade próprios das câmeras digitais. Qual não foi a minha surpresa quando, entre as danadas, reconheço... a Aninha! Rá! A Aninha ali, brincando de pega-pega! No momento exato em que eu via as fotos, a Nanda liga pro celular. ‘E aí, viu as fotos que te mandei?’ ‘Tô vendo agora.’ ‘Caraca, não entendi nada... geral da faculdade já viu... pô, logo a Aninha... maior cachorra!’ ‘É...’ ‘Pô, Djanira, você não diz nada?’ Agora, analisando a situação com certo distanciamento, acho que a Nanda queria que eu falasse alguma coisa que condenasse a Aninha, e eu não disse. Afinal, se o fizesse, estaria na mesma posição judicante que própria Aninha tantas vezes adotou – e que a Nanda tanto criticava. Em vez disso, entre fascinada e incauta, respondi à pergunta da Nanda da seguinte forma, depois de uns poucos segundos em silêncio: “É, e eu não dei nada pela Aninha naquele dia, na festa...”. A Nanda desligou o telefone na minha cara. Há três dias não atende às minhas chamadas. Vai entender...
Recebi e-mail de uma menina que leu o blog e achou por bem me contar a sua história. Ela namora há 6 anos e o cara arrepia e muda de assunto quando ela quer falar sobre o futuro dos dois - constituir família, procurar apartamento etcétera e tal.
Achei boa essa idéia, mexeu com meu ego. Espero que as amigas aqui também entrem nessa onda.
Transcrevo aqui o e-mail da moça. Nomes trocados, como toda coluna de conselhos amorosos.
"Oi, meninas. Tudo bem? Li o blog de vcs e achei bom ver essas opiniões todas juntas e resolvi compartilhar um pouco do meu problema com vcs. Conheci o Carlinhos e no dia seguinte, já viramos namorados. Estamos juntos há 6 anos e eu estou com 29 e ele, 31.
Acho que já estamos num momento da relação que pede uma mudança de estágio, entendem? Eu estou falando de casar - não necessariamente na igreja -, juntar nossos móveis, parar de tomar a pílula, essas coisas legais que casais fazem.
Carlinhos foge sempre que eu falo nisso, pergunto como vai ser, essas coisas. Um dia, ele perguntou: "Manu, por que você quer casar? Pra que estragar uma relação que tá tão boa?" - Fiquei passada quando ele usou o termo estragar, ligando-o ao que seria a celebração da nossa união. Acho que ele não gosta de mim, ou está com outra, que quer terminar comigo e tá sem coragem.
O que vocês acham?
Bjus, Manu"
Então, Manu, em primeiro lugar eu lhe digo que encontraste o homem certo! Carlinhos é do bem, nitidamente: é amor de verdade e o estrago no casamento é inevitável, pois o ser humano é muito mais amistoso no seu estado solteiro. Acredite, você também é assim e, depois de casada, se perguntará onde foi parar aquela namorada bacana que era.
Digo que ele é o homem certo, pois sempre desconfio desses apaixonados viciados em conhecer família, comemorar aniversário de namoro, essas coisas que chamam casamento. O cara certo, querida, não quer casar. Mesmo. O cara certo até casa, mas querer, ele não quer. E lá na frente, você verá que eu não estou cuspindo verdades aleatórias, confie em mim. Ele te ama, quer coisa melhor do que ser uma eterna namorada? O homem não foi feito para casar. Essa história de amor, de até que a morte os separe, toda essa parafernalha que a gente ouviu desde criancinha é mentira, não tem fundamento na realidade.
Ninguém é de ninguém - eis o caminho da verdade.
Eu sei que você continuará insistindo e vai acabar até conseguindo o que quer, engravidando, persuadindo, chantageando, ou até mesmo o Carlinhos resolve ceder. Eles cedem, a gente insiste, tenta, teima. E lá na frente, reclama, chora, tenta entender.
Espero que você lembre que precisou enviar um e-mail para pessoas desconhecidas, tamanha é a sua angústia hoje. As de 20 anos de casada são bem piores, pode anotar.
Somos moças de estilo, mulheres do comando. Mostramos isso no nosso dia-a-dia, quando falamos, quando saímos, quando brigamos, quando escolhemos nossas músicas e filmes preferidos.
Na hora de se vestir, não podia ser diferente. Precisamos mostrar ao mundo ao que viemos.
E nossos pés não podem deixar de carregar nossa identidade forte. Afinal de contas, é com eles que pisamos nesse chão, traçando nossos caminhos tão individuais e tão comuns, ao mesmo tempo, que fazem com que milhares de mulheres queiram nos seguir.
ela quer viver sozinhasem a sua companhia e você ainda quer essa mulher ela goza com o sabonete não precisa de você ela goza com a mão não precisa do seu pau ela quer viver sozinha sem a sua companhia e você ainda quer essa mulher que não sente a sua falta e quando você chega em casa ela não sente a sua presença ela tem um travesseiro mais macio do que o seu braço e um acolchoado muito mais quente que o seu abraço ela quer viver sozinha sem a sua companhia e você ainda quer essa mulher
Vivemos no país da impunidade, isso é fato. Centenas de pessoas, a cada minuto, têm seus pertences e, no pior dos casos, seus entes queridos, arrancados, usurpados de si, do mundo. E quem teve a graça de até hoje não ter passado por algo assim deve se considerar um sortudo dos bons ou até mesmo uma espécie de ET.
Na maioria das vezes os causadores de tantos males permanecem aí, soltos, impunes. A Lei dos Homens, criada para proteger, fazer 'Justiça', a cada dia anda literalmente mais cega, o que nos faz pensar que a madame carregando a balança na mão não passa de uma grandessíssima cínica, sonsa ou absoluta incompetente.
Agora vc imagina que se para crimes graves desse tipo, grande parte das vezes não há reparo ou punição adequada, quanto mais aos delitos 'não visíveis', inexistentes no Código Penal, os quais nós mulheres por vezes sofremos! Crimes estes habituais, ainda que não convencionais, cometidos por criaturas a quem nos entregamos e confiamos, com quem compartilhamos sonhos, vivemos como parceiras fiéis, dividimos nosso prato e nossa cama, demos colo e apoio (e dinheiro inclusive), sempre ali ao lado, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...até que um belo dia, às vezes no susto mesmo, sem pistas ou anúncio, o meliante (até então fantasiado de homem-decente-companheiro-de-vida) se desmascara e nos arranca (tenta arrancar) tudo que temos, desde nossa dignidade e auto-estima até metade do nosso apartamento. Para isso então é que parece não haver mesmo a dita cuja da Justiça!
E saem por aí os cretinos, caminhando pelo mundo, impunemente, de espírito leve, coração e braguilha abertos, estampando felicidade e novas mulheres nos orkuts da vida(pobres delas, futuras vítimas tb, pois não sabem o que as espera) enquanto ficamos aqui, como besouros cegos cambaleantes em terreno inóspito e desconhecido...morcegos fêmeas, abatidas por moleques que sacodem varas de bambu na escuridão, nos atraindo e então nos golpeando a cara. E passamos dias sempre nublados e noites não dormidas, amargando a injustiça, tentando engolir o choro e o 'sapo-boi' que não desce...na casa dos nossos pais ou de algum amigo...ou então na própria casa, posta à venda, desfalcada de móveis e afeto...assistindo a poeira juntar nos cantos...a samambaia retrô da janela a definhar perdendo as folhas que se acumulam no chão (e num breve delírio poético imaginar que nada mudou e é apenas outono na sala )... Mulheres nós, antes apaixonadas, agora perdidas em meio a um limbo, entre dois mundos, um para o qual não conseguimos voltar e outro para onde não sabemos como ir, como Karol Anne (a pequena "Carolaine" de Poltergeist), que foi abduzida, sugada para dentro do armário do quarto certa noite e depois ficou lá ninguém sabe onde, sem entender porra nenhuma, ouvindo ora um povo gritar alucinadamente pra ela ir para a luz, ora pra se afastar da merda da luz! E a garota lá, perdidinha!!!
E não me venham falando que esses abusos absurdos não são provocados só por homens não e tal e blá, blá, blá! Existe mulher safada sim, mas juntem aí a quantidade de historinhas desse tipo que vcs já ouviram ou testemunharam e me digam se em 98% delas não foi a mulher quem se estrepou lindamente! Sorry, mas na grande maioria das vezes o agente causador de todo mau e dano é um bastardo do sexo masculino, sem honra nem consideração, sim!
Eu sugiro então um retrocesso. Na Idade Média, aos criminosos que não era cabida a pena de morte ou àqueles acusados de delitos morais ou falha de caráter, reservava-se outra forma de punição, um modo a fazer com que estes indivíduos não saíssem ilesos e nunca se esquecessem de seu pecado. Eram marcados a ferro quente no ombro com símbolos reconhecíveis pela comunidade, forma também de avisar as pessoas da espécie de gente que se tratavam.
Façamos isso daqui por diante, mulheres! A próxima vez que detectarmos um canalha, este haverá de ser marcado a ferro (na cama durante o sono é uma excelente oportunidade), de forma a alertar as outras de sua condição de pulha escroto e enganador!
Assim poderemos seguir adiante com mais dignidade! E talvez não perder a fé...nem deixar calar "A Pergunta" que, por mais que se tenha o coração partido e a paixão destroçada, continua a ecoar dentro do peito e da cabeça, ainda que não se queira...
Deixo Cat Power verbalizá-la através de sua meiga e bela voz...
Where is my love Where is my love Horses galloping Bring him to me
Where is my love Where is my love Horses running free Carrying you and me
Where is my love Where is my love Safe and warm So close to me In my arms Finally
There is my love There is my love Horses galloping Bring him in to me
Layla escreveu aqui sobre o tocobina, que é quando a pessoa olha o celular, vê quem é e não atende. Disse que isso é muita rejeição.
Será mesmo essa a única possibilidade para uma ligação não atendida? Gente, por favor, a pessoa do outro lado pode estar longe do aparelho, ou ter deixado o treco em algum lugar que não é onde ela está, pode estar ocupada, em outra ligação, tomando banho, qualquer coisa. Pode simplesmente não ter ouvido o celular tocar ou vibrar. Por que encarar logo como uma forma de rejeição?
Vamos deixar de achar que tudo que o outro faz tem um objetivo específico de nos atingir de alguma forma? Esse posicionamento é autocentrado demais, mocinhas, chega a ser egocêntrico!
Helloooooo, meninas! Chega de mania de perseguição!
Homem não sabe tratar mulher. Ponto. É triste, mas é assim. Homem não entende nossas necessidades, nossas carências, nossos desejos. O resultado: mulheres frustradas por causa dessas manifestações, não de desafeto ou recusa, mas de incompreensão. Essas histórias de ‘toco’, ‘tocobina’ nada mais são do que exemplos claríssimos do que digo. Por outro lado, não se pode negar que existe mulher pegajosa, grudenta, que telefona trinta vezes por dia e quer ser bem tratada em cada ligação. Sei o que é isso, e dou razão aos carinhas que não atendem aos reiterados – e geralmente enfadonhos – telefonemas de mulher-chiclete. Sem falar na mulher-cerca, aquela que fica te rodeando em todo lugar. Parece que te segue e fica à espreita do momento (sempre importuno) de te abordar. Isso é péssimo, péssimo, acreditem. Nunca façam isso, se não quiserem ser rejeitadas. Ademais, não se deve esquecer, é claro, uma razão singela que muitas vezes explica a repulsa e o desprezo do homem pela mulher: ele simplesmente não gosta dela. É triste, mas é assim. A propósito, recomendo um livro que pode esclarecer muitas questões em torno desse assunto. Trata-se de Ele simplesmente não está a fim de você – entenda os homens sem desculpa, best-seller de Greg Behrendt & Liz Tuccillo (vejam a capa ilustrando este post). Deixo essa indicação porque sei que algumas coleguinhas são chegadas em literatura. Aliás, como certamente nossas leitoras também gostam de bons livros, sempre que possível postarei algumas dicas de leitura, aconselhando títulos que, de alguma forma, fizeram de mim uma mulher melhor. Um beijo no coração.
Ai gente, tão ruim quanto toco é levar tocobina. O sujeito olha o celular, vê seu número e não te atende. É muita rejeição, né não? Assim fica difícil manter a máxima...
A mulherada fica aí desabafando, chorando mágoas, levando tocos... Isso acontece porque dão mole pra manés, correm atrás, fraquejam, ficam de desfrute. Mulher tem que ser dura! Mulher tem que ser difícil! Mulher tem que ter reservas! Mulher tem que ser Maravilha!
Vejam o clip e aprendam, meninas!
PS: Só acho o micro shorts dispensável mas...
Acabei de voltar do bar.
Fui tomar um chopp com um amigo que não via há muito tempo. Estudamos juntos e chegamos a cogitar uma sociedade num projeto que não foi adiante porque ele foi morar em NY quando ganhou um concurso de arte.
Ele veio para o Rio para as bodas de ouro dos pais e me ligou; saí do trabalho e fui direto encontrá-lo. Papo vai, papo vem e pimba: Puxa, Fê, você tá tão bonita. Eu lembrava de você bonita, mas tem algo no seu olhar que está me desconcentrando.
Homens não são amigos de mulheres.
Nunca o são, até porque mulheres também sempre têm no amigo um possível marido, pai de filhos, namorado, companheiro, fuck buddy, o que for.
Mas essa coisa de que é possível um olhar completamente isento de desejo sexual entre homens e mulheres (ou entre quaisquer pessoas que façam parte do grupo de desejo sexual do outro) não existe. Seria lindo, mas não existe.
Quando a amiga pergunta pro amigo se tal blusa ficou bem nela, o amigo responderá com base no grau do tesão que ele sentiu ou poderia vir a sentir olhando como ficaram os peitos da amiga, entende?
Tem sempre sexo no ar e a maioria das relações são baseadas nesse "instinto". Basta olhar em volta, mergulhar um pouco mais fundo em como você trata seu/sua amigo/a do sexo que te atrai. Mesmo aqueles que não fazem o seu tipo, lá no fundinho você quer se sentir desejado/a.
É só reparar.
(Até que o Rafa está gostosinho, mas esse approach não me excita. Voltei para casa tendo apenas tomado 6 choppinhos.)
Quero dar adeus à tristeza e viver a máxima de que a alegria é a melhor coisa que existe. Não gosto de sofrer. A-do-ro festa, roupa nova, música, cantar alto e bebida geladésima! Amor, muito amor. Isso é que é bom na vida. E minhas amigas todas lindas e maravilhosas. Levando tocos, mas de cabeças erguidas. Porque o que vale é tentar. Sempre, mesmo que não leve à nada. A vida é assim mesmo. Amanhã somos nós que daremos. Vamos em frente, meninas. Não se esqueçam, o primeiro passo é fundamental. Amanhã tem mais. Agora, vou tomar meu ryvotril e dormir.
Acho que todo mundo um dia na vida já levou um toco. Se não levou ainda, qualquer hora dessas vai levar. Eu, por exemplo, num intervalo de quinze dias, levei dois. De dois homens diferentes, é claro, que não sou de dar murro em ponta de faca.
O primeiro tava semi-engatilhado, a paquera tava rolando na ferramenta de bate-papo durante a semana. Quando chegou o sábado e eu o encontrei na naite, resolvi partir pra cima, na certeza de que rolaria. Começamos o papo muito bem até que o sujeito surtou. Não ficamos. Não rolou. Não entendi a recusa. Fiquei passada. Mas tudo bem. Ninguém é obrigado a querer ficar com a gente.
O segundo é um fofo, um gostoso, que eu conheço desde que éramos pirralhos. Nos encontramos por acaso num show. Ele me elogiou, me abraçou e eu tentei uma abordagem diferente, tentei pegar a criatura. Ele me olhou com a sobrancelha levantada e eu entendi o recado. Recuei, né? Que jeito. Uma pena. Além do gatinho, perdi a oportunidade de fazer uso recreativo da substância ilícita que vez por outra ele carrega. Enfim...
É duro levar fora, mas a gente aprende a lidar com a coisa. A minha estratégia pra não ficar com a autoestima no chinelo é ligar pra um ex que ainda tem uma queda por mim. Querida, quando isso acontecer com você, não hesite: ligue pra um cara que você sabe que vai encher a sua bola! Recorra àquela cadernetinha de telefones surrada se for o caso, mas vale qualquer coisa pra levantar o seu moral. Mesmo o nerd da escola que tentava te beijar à força pode ser de grande ajuda num momento desses.
E nada de ficar em casa se lamentando. Acredite em você mesma e... NEEEEEEEEEEEEEXT!